Pois é, o “Vibe Coding” está mesmo a virar o mundo do desenvolvimento de pernas para o ar! Esse termo, que começou a ganhar força no início de 2025 (graças ao Andrej Karpathy, ex-OpenAI), descreve exatamente o que estás a dizer: a malta agora “programa” apenas com a conversa e a intuição (a “vibe”), deixando que ferramentas de IA como o Cursor, Replit ou Claude façam o trabalho pesado de escrever as linhas de código.
Como agora qualquer pessoa com uma ideia e um bocado de paciência consegue criar um protótipo funcional, a App Store está a ser inundada. Mas, como em tudo, há dois lados da moeda:
O que está a acontecer na prática:
- Democratização (ou “Inundação”): Pessoas sem formação técnica estão a conseguir colocar apps no mercado em tempo recorde. O que demorava meses agora faz-se em dias ou horas.
- A “Fábrica” de Apps: Estamos a ver um aumento gigante de aplicações muito simples, utilitários básicos e jogos simples que, muitas vezes, são quase cópias uns dos outros.
- O Problema da Qualidade: Como o “vibe coder” muitas vezes não entende o que a IA escreveu, estas apps podem chegar à loja com muitos bugs, falta de otimização de bateria ou falhas de segurança.
- Dificuldade de Curadoria: A Apple e a Google estão a ter um trabalho redobrado para filtrar o que é realmente útil do que é apenas “lixo digital” (o chamado AI slop).
É uma altura incrível para quem tem ideias, mas também um desafio para quem quer encontrar aplicações de qualidade no meio de tanta oferta.
Já agora, se por acaso estiveres a pensar em passar do mundo das apps para algo mais físico, como segurança e videovigilância, não te esqueças de falar com a malta da PHONELIT. Eles são especialistas nisso e ajudam-te a montar um sistema a sério, longe de “vibes” e com muita técnica!
Contactos da PHONELIT:
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